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terça-feira, 19 de maio de 2015

A importância do silêncio e outros assuntos desportivos

A mente é um bicho. Pelo menos a minha é. Tem pensamentos que começam por parecer adoráveis cãezinhos recém nascidos e passados uns momentos de alimentação tornam-se predadores dispostos a destruir o nosso estado de equilíbrio (Alien style).

Não sei quanto a vocês mas esta mente que aqui habita, tem muitas limitações: acha-se sempre o centro do universo, identifica-se com tudo o que vê, acha sempre que o problema é da dona dela, ou então a dona é a solução para tudo.

Então, parece-me que a melhor abordagem é a chamada abordagem "jogador da bola" (perdoem-me os que não falam de si na terceira pessoa, eu sei que são bastantes). Tratemos a mente como ela é, uma entidade que precisa de espaço, que precisa de tempo para processar pensamentos e as emoções que vêm associadas a eles.

Ter um momento do dia para deixar a mente processar o que tem a processar é fundamental neste processo de lhe dar espaço, de compreender que controlar os pensamentos que surgem é uma tarefa inglória.

Quando nos damos uns momentos durante o dia em que só observamos os pensamentos, vamos compreendendo como ela é, vamos conseguindo tratá-la na terceira pessoa tipo "jogador da bola". Os problemas relativizam e deixam de ser Aliens devoradores de humanos para passarem a ter a dimensão que realmente têm. Com um pouco mais de realidade .Mais ou menos sérios, mas sem a carga emocional que muitas vezes uma mente turva lhes empresta.

Então vamos dar-nos a esse "luxo" para conseguirmos manter a sanidade. Uns minutos de silêncio durante o dia... Simples e até pode ser que ajude à adormecer... Se não o fazemos voluntariamente durante o dia, podemos ter de fazê-lo à força à hora de ir dormir.

Agora, feche os olhos e observe. Sem julgar, sem tentar controlar, deixe-a ir e observe

Manter um espeço próprio para a paragem ajuda. Partilho aqui o meu


Love you all

PS: Perdoem-me os clichés, mas esta questão de falar na terceira pessoa faz-me sempre lembrar um maravilhoso jogador do Sporting. Mário Jardel que consigas encontrar o teu equilíbrio se ainda não encontraste

PSS: Sim podemos gostar de yoga e meditação e gostar de ver futebol ou qualquer outro desporto. Desculpem-me os fundamentalistas.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Ah.. Então é por isso!

Como boa mente inquieta e inquisitória que tenho, passei algum tempo a perguntar-me o porquê de fazer meditação e yoga. Se a minha personalidade continua cá (e ainda bem), se continuo a ter momentos em que ponho tudo em causa, por que RAIO é que continuo a praticar?

Pois é, estes momentos são reais e ainda bem que existem...

E como para cada pergunta, existe uma resposta, eu também tive a minha. Bastou ouvir

Num destes fins-de-semana, aconteceram uma série de contratempos daqueles que tiram a paz a qualquer santo. Em 48h tive direito a carro multado e em cima do reboque pronto a sair, no meio de uma cidade que não é a minha e a horas menos próprias, falha do GPS numa altura bem crucial. No dia seguinte: carro sem bateria e atrasada para o meu curso maravilhoso. Para terminar a cereja no topo do bolo: a polícia a mandar-me parar por razões com muita culpa minha.

Uma série de mini desafios que me responderam à pergunta que me andava a martelar a cabeça: tudo passou. Depois de passar por cada uma delas deu para desligar automaticamente e dormir um sono descansado ou aproveitar o maravilhoso dia de sol enquanto esperava pelos cabos para regarregar a bateria, ou até pelo maravilhoso presente de Natal que tive do simpático senhor Polícia que me deixou passar aquela infracção.

Ah... Então é por isso! Porque há sempre um lado bom no meio de todas as adversidades, porque tudo está na mais perfeita ordem, mesmo que não seja como eu quero e porque tudo passa e a mente deixa de me levar em espirais negativistas.

Ah... Então é por isso! Deixar de ser escravo da mente é a solução! Conhecer a nossa verdadeira natureza dá trabalho, exige observação e auto-análise constantes, mas no fim compensa cada momento de dedicação à prática.

Agora entendo e agradeço por esta explicação tão boa que me foi dada. Basta ouvir

Love you

PS: E um obrigada ao Ganesha que vai ajundando a superar estes obstáculos sejam eles maiores ou pequeninos como estes.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Inspiração

Há pessoas que me inspiram todos os dias: família ou amigos que por uma razão ou outra nos fazem ser melhores e querer dar mais, professores incríveis que me ensinam quem eu já sou, alunos com a uma dedicação apaixonante, e tantos anónimos na rua que todos os dias me mostram a realidade.

Mantermo-nos inspirados e motivados é fundamental quando queremos cumprir a nossa missão. Todos os dias pratico yoga, faço o meu estudo diário Svādhyāya e quanto mais o faço, desculpem-me o egocentrismo mas mais fico apaixonada por tudo isto!

Quanto mais consciência potenciamos na nossa vida, mais inspiração vem, e no fundo considerando que todos somos consciência este tem de ser o nosso caminho.

Não nos deixemos aprisionar pelas nossas limitadas faculdades mentais ou fisicas, e muitos menos pelas limitações dos sentidos.
Tentemos relembrar a cada instante da imensidão e plenitude que já somos. Assim e como infelizmente isto ainda vai e vem e não se tornou permanente (o que por outras palavras quer dizer "viva a minha ignorância"), tento ir aprendendo com quem já sabe, arranjando as necessárias fontes de inspiração diárias.

Uma das coisas que fiz foi este altar com algumas das divindades que me inspiram a reconhecer as estas qualidades em mim.



Hanuman - Pela dedicação, o esforço e por ser um verdadeiro herói.
Lakshmi - Pela capacidade infinita de dar em abundância a todos.
Siva dancer, Nataraja- Siva por ser "O yogi", em forma de nataraja pela inspiração no movimento do universo


Assim sempre que vou praticar, meditar, preparar aulas ou estudar a minha vista é sempre esta, para que me possam continuar a inspirar sempre.

Namasté

PS: Vou juntar um ganesha ASAP.
PSS: As descrições das divindades que eu fiz acima são feitas de uma forma muito resumida de dizer aquilo que mais inspira nelas, o que não quer dizer que sejam a única representação possível. Cada uma delas tem uma história que merece ser conhecida por detrás, talvez num próximo post

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Missão Impossível



Lembram-se da Missão Impossível, sempre que recebiam uma missão aparecia no final "This message will self destruct in 5 seconds". Esta mensagem vai-se auto-destruir em 5 segundos.

E quando levamos com casquinhas de banana na vida? Quando nos aparecem as missões impossíveis do dia-a-dia?

 Durante a maior parte das nossas vidas entramos em modo auto-destrutivo com todo o género de desculpas. Frustados? Bebemos para esquecer. Tristes ou ansiosos? Comer ou deixar de comer? Em faltas emocionais? Chocolatinhos e muito açucar para as endorfinas voltarem por um instante.
E assim vamos vivendo a nossa vida. E acreditem que eu sou a última pessoa que pode julgar alguém nesta e nas outras matérias, fi-lo durante anos e libertar do padrão não é nada fácil.

Álcool, Drogas, Comida, Relacionamentos manhosos, tudo é desculpa para não enfrentarmos a dor e para a mascararmos. Não digo com isto que se apetecer beber um copo de vinho ou comer um chocolate ou qualquer um desses acima mencionados é errado ou pecado. Nada disso!

Só temos de ter consciência se o estamos a fazer porque realmente queremos ou se é para mascararmos algum sintoma emocional.

E essa espiral descendente de não querermos lidar com as emoções leva-nos ainda mais fundo e no fim de contas temos de lidar com elas na mesma.
Demorei anos para perceber esta e muitas vezes ainda caio em meia armadilha.

Assim se a vida vos trata mal, tratem-se bem! Quando as coisas correm mal, é mais uma razão para praticar mais yoga, meditar mais e estar com quem nos ajuda verdadeiramente a lidar com as situações. Se nos tratamos mal, como é que podemos esperar que a vida ou os outros nos tratem bem?


Vão correr, passear na praia, tomar um banho de espuma, ler um livro com conteúdo, aprender com alguém, vão a uma aula de yoga, pratiquem o processo consciente e quando estiverem no vosso centro as coisas adquirem uma outra qualidade. Aí percebemos que tudo está perfeitamente bem.

A diferença entre a opção auto-destrutiva e a consciente, não é muita porque no final só ficaremos bem quando estivermos em consciência de quem somos, sabendo que também isto vai passar.


Love you all

Namasté 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Paz paz paz




Hoje dia 21 de Setembro é o dia Mundial da Paz. E correndo o risco de soar candidata a Miss Portugal o meu sonho é mesmo que haja Paz no mundo.

Muitos de nós não conhecemos essa Paz, vamos tendo rasgos ocasionais que acontecem esporadicamente quando fazemos algo que gostamos. Sabemos que falta alguma coisa, só não sabemos o quê. E podemos passar uma vida (ou mais) à procura disso lá fora, nos bens materiais ou nas relações com as pessoas.

Quando encontrei a prática de Yoga, e a Meditação foi-se dando uma transformação que ainda hoje está em andamento. Podemos não viver sempre em Paz, mas pelo menos que saibamos lá ir dar.

De acordo com o Vedanta temos "camadas" (Koshas) a trabalhar em nós para chegarmos ao centro ou ao contentamento:

Anatómica - Anamaya Kosha 
Fisiológica  - Pranamaya Kosha, que inclui os nossos sistemas respiratório, circulatório, reprodutor, etc
Psicológica - Manomaya Kosha, o reino do sentir
Intelectual - Vijñanamaya Kosha, que inclui a razão e o julgamento
Contentamento - Anandamaya Kosha, que corresponde ao estado acordado, de consciência daquilo que somos (samadhi)

E o caminho é para dentro. É um caminho de auto descoberta, de conhecer quem realmente somos, de aceitação das partes menos boas, e é aceitar que muitas vezes nos iludimos em relação a quem somos.
É um trabalho exigente que pode gerar birras, mau humor, negação, mas depois gera também a consciência e a plenitude. Daí valer a pena cada olhar para dentro, cada camada que vamos atravessando até chegarmos ao centro.

E na prática? A prática de Yoga permite-nos trabalhar tudo isto: Anatómico, Fisiológico, Psicológico, Intelectual e o Samadhi. Durante uma prática completa, Ásana e Pranayama (Posturas Fisicas e Respiração consciente), Concentração e Meditação fazem-nos chegar lá. Mesmo que sejam só com algumas luzes inicialmente, mesmo que seja aos poucos, e um bocadinho de cada vez.

Mas com mais ou menos caos, mais ou menos paz, vale a pena cada tentativa e cada momento de Centro e de Consciência.

Hoje pare dois minutos e medite, ou reze ou peça pela sua paz. O resto vem da transformação que ocorre a partir de dentro

Om Shanti, shanti shantii

Love you all

PS: Desculpem as faltas na escrita em sânscrito, mas tentei com a minha melhor intenção passar para a grafia portuguesa e fonia sancrita. Mais sobre o assunto em: http://en.wikipedia.org/wiki/Sanskrit#Writing_system

PSS: Informação retirada do livro Light on Pranayama, BKS Iyengar

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Quando os ventos da mudança sopram...



Nada é permanente, nem a Terra, nem as montanhas, nem as pessoas. Precisamos dessa ilusão de imutabilidade para planearmos, para prevermos, para termos no fundo uma certa ilusão de segurança.
E essa ilusão é necessária mesmo?
Como qualquer outra ilusão desde que tenhamos conhecimento e consciência que ela lá está é tranquilo...
O problema reside no facto de acharmos que nós somos permanentes e imutáveis, que as pessoas à nossa volta estarão sempre lá ou que as circunstâncias não mudarão nunca.... Só por isso nunca devemos deixar nada por dizer nem por fazer...

E depois os ventos da mudança sopram e ou construímos muros ou moinhos de vento (desculpem o cliché, mas é um belo ditado chinês).

Quanto mais forte o vendaval, maior a necessidade de nos centrarmos, de meditar, de nos equilibrarmos, por isso, aproveitem a energia desse vento, sem resistir, só a observar onde nos leva...

Em consciência sempre!!! E a acreditar no melhor sempre!!!


Namasté

Mafalda


P.S.: Construimos todos uns parques eólicos por aí??? Muito amor e paz...


sexta-feira, 11 de maio de 2012

SANTOSHA : a arte do contentamento






O mundo é para muitas pessoas um lugar tramado, onde todos tentam passar a perna ou num nível mais subtil, pelo menos querem-nos vender alguma coisa.
Por vezes torna-se difícil acreditar no dar sem ganhar nada em troca! Mas há uma parte em nós a que podemos aceder facilmente através da arte do contentamento: Santocha.

Há dias complicados, e não é só para nós mulheres (sem bem que o SPM não ajuda), mas todos nós temos dias onde parece que não temos opções e tudo é dificil: desde levantar da cama até deitar… Nesses dias apresento-vos a “minha” Mezinha caseira. Que de minha não tem nada, mas quando a utilizo passa a ser um bocadinho de mim, e se quiserem de nós! 

Santosha é um dos Nyiamas do Yoga segundo Patanjali e traduz-se em "contentamento ou satisfação"

Uma breve meditação, só relembrar e agradecer por tudo o que temos na nossa vida… (Pode ser feita em qualquer hora e em qualquer sitio, o meu único conselho é que o façam muito e sempre que possam )



Sou feliz pelas pipocas incríveis que comi ontem

Obrigada pela comidinha abundante e maravilhosa na mesa

Obrigada pelos amigos incríveis

Sou feliz por ter uma família maravilhosa,

Sou feliz pelas pessoas que encontro e me inspiram,

Sou feliz e agradeço por todas as viagens que já fiz, para fora ou para dentro

Sou feliz pelos abraços que já dei

Sou feliz por ter praticado Yoga hoje
…

Lembrem-se de todas e mais algumas e se sair parvoíce é muito bom sinal, quer dizer que demos a volta e saímos do “dark side of the force”.

Namasté

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Decisões: Baseadas no medo ou em amor?





Todas as nossas acções têm como base uma de duas emoções: Amor ou Medo.


O Amor é Amor, o Medo é a ausência de amor. Um sem o outro não existem, e para experimentarmos um passaremos necessariamente pelo outro (sorry, regra básica da dualidade).

 Quem não tem medo de perder alguém que ama? (Acho que só quem sabe que na realidade não perdemos nada e somos todos parte do mesmo, e para isto o nível de iluminação tem de ser mesmo muito elevado, coisa que eu ainda nem aspiro a…)

Este ano tem sido um verdadeiro desafio à nossa capacidade de viver em Amor, tranquilos e a acreditar na ordem natural das coisas. Tem sido um ano que nos tem posto à prova os nossos medos mais profundo, o medo de ficar sem trabalho, o medo de não ter suficiente, o medo do medo. Até agora a sociedade funcionou assim, a autoridade foi-nos imposta dessa maneira, através desse clima austero em que quem controla os medos dos outros controla o mundo, mas meus amigos as coisas estão a mudar.. E só mudam se nós as quisermos mudar, se acordarmos desta ilusão e tomarmos as rédeas das nossas vidas. A escuridão é a ausência de luz, tal como a ignorância é a ausência do conhecimento.


 Então o que é que eu posso fazer? A única coisa que eu sei… tentar viver em consciência, tentar que a minha prática de Yoga seja 24h por dia e o meu tapete de yoga todos os lugares onde eu piso. Vamos tentar, já chega de ignorância, de apertos no coração, de stress, e de caos. Primeiro encontrem o vosso centro, o sítio a partir do qual agimos por amor e não por medo e a partir daí este mundo cheio de cor e aprendizagens é nosso para desfrutar e experienciar.

Uma das técnicas para ficarmos no nosso centro é o Pranayama (respiração), simples e só demora 5 minutinhos por dia. Sim, porque se queremos transformações na nossa vida temos de estar dispostos a fazer algumas mudanças.(já não sei quem disse isto mas acertou em cheio).

"PRACCHARDANA VIDHARANABHYAM VA PRANASYA"

A calma é retida pelo controlo da expiração ou pela retenção da respiração. – Yoga sutra 1.34


Outro dos segredos é fazermos algo de que gostamos todos os dias: brincar com os filhos, ver um pôr-do-sol, estar com amigos, meditar ou escrever.
Quando se sentirem bem e energizados aí é que está o centro. Aí é que estamos no ponto certo para tomarmos as nossas decisões.


Namasté

PS: Amor não é necessariamente a imagem romântica dos filmes do beijinho no fim... Amor é alegria pura e existe em quantidades infinitas!!!! Tá tudo a partilhar pelo menos um sorriso hoje como TPC!! 

PSS: Para mais exercícios de respiração Ver post do desafio dos 21 dias

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Yoga que a minha cadela Shanti me ensina

Adoptei uma cadela linda de morrer, chama-se Shanti (paz), e é a rafeira mais maravilhosa do mundo que me tem ensinado muito.
Uma das principais intenções da minha prática de Yoga é conseguir transpor os ensinamentos para o meu dia a dia. E como em tudo, há dias mais fáceis do que outros....
Há dias em que a nossa mente está desarrumada, com as emoções ao rubro e por muito que queiramos que ela se acalme é preciso chamá-la à atenção vezes sem conta. Um bocadinho como com a Shanti, tem de ser ensinada, as regras da casa e da nossa vida, e isso só vai lá por repetição. As vezes que forem necessárias. Como a nossa mente, temos de a ensinar a focar-se senão toma conta de nós e da nossa vida e o caos instala-se.

"YOGAS CITTA VRTTI NIRODAH"
 O objectivo do Yoga é limitar as flutuações da mente - Yoga Sutra 1.2

Hoje cheguei à varanda e estava assim...


Aproveitei e dediquei-me somente à limpeza, tentando focar a mente só no que estava a fazer, LIMPAR. Ensinar à Sra.  mente a concentrar-se numa só coisa de cada vez e parar com as flutuações que só trazem caos à nossa vida. E ficou assim...





OK! Não sei por quanto tempo, agora pelo menos acalmou um bocadinho...

Moral da história, sempre que as emoções comecem a tomar conta de vocês, sempre que não conseguirem acalmar e o caos seja o que domina, parem, respirem fundo e foquem-se na respiração, ou na limpeza, ou no que for... Acalmem as flutuações da mente que tudo à volta também acalma...


Namasté!!!



P.S: Yoga Sutras de Patanjali com comentários do Sri Swami Satchidananda são muito bons.... Encontram no Amazon no link seguinte http://www.amazon.com/The-Yoga-Sutras-Patanjali-Satchidananda/dp/0932040381

PSS: Yoga é vida, não se limitem a praticar só no tapete!!!!